Bronzeamento artificial: os perigos para a pele e como se proteger

Normalmente oferecido em cabines verticais e horizontais, o bronzeamento artificial tem atraído cada vez mais pessoas com a promessa de um bronzeado rápido e uniforme. Ainda que pareça algo prático, essas técnicas utilizam radiação ultravioleta, que pode trazer sérios prejuízos à saúde da pele. Segundo a médica dermatologista Dra. Fabíola Tasca os danos vão muito além do escurecimento da pele. “O bronzeamento artificial é uma prática prejudicial, que pode aumentar não só as manchas, mas também o envelhecimento precoce e o surgimento de lesões pré-cancerígenas e até de câncer de pele”, explica.

A médica reforça ainda que qualquer dispositivo que use radiação ultravioleta com fins estéticos deve ser evitado. “É preciso tomar muito cuidado. Esses equipamentos aceleram processos que a gente passa anos tentando prevenir no consultório”, conta.

Para quem deseja conquistar um tom dourado sem riscos, a Dra. Fabíola recomenda alternativas seguras e eficazes. “Se a pessoa quer ficar bronzeada e ela é mais clara, pode recorrer ao uso de maquiagem ou aos autobronzeadores, que são produtos que tingem a pele temporariamente e deixam um aspecto moreno natural”, orienta. A dermatologista lembra ainda que existem diversas marcas no mercado brasileiro e que essa é uma forma totalmente segura de obter o efeito desejado. “Com orientação adequada, é possível conquistar o visual bronzeado sem comprometer a saúde da pele”, garante a especialista.


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