(Prof.: Luiz Cláudio Jubilato)
Caros alunos:
O nome nunca foi tão apropriado: Exame Nacional do Ensino Médio. Nunca foi tão médio. Alunos pós-pandêmico sofrem de ansiedade ou depressão, por isso não sabem lidar com desafios, acreditam em milagres, até mesmo na “bênção da caneta”. Alunos, de qualquer curso, viram professores de redação e um monte de curiosos viram professores modelares de internet ou cursinhos dadores de algo parecido com aula. O Brasil é o fim da picada, nem LSD dá jeito nessa balbúrdia. Pensar dói; decorar não. Mude para o nordeste, lá pululam notas 1000.
Vocês estão loucos para saber qual será o tema da redação do ENEM, não é?! Esqueçam essa bobagem. Só acerta, quem lhe dá o “recorte temático”. O resto é propaganda safada.
Muito bem. E se o professor acertar o recorte temático, mas vocês fizerem a redação, adianta alguma coisa? E se ele acertar o tema, vocês fizerem o texto, mas não corrigirem: adianta? Concentre-se no possível, não no imaginável. 1h20min, no máximo, para redigir. Não comece pelas questões, os textos são muito longos. A resposta está na opção, não no que você entendeu. Leia as opções primeiro, depois teste no enunciado.
Vamos ser realistas. O tema sempre surpreenderá a quem está desatualizado, não aprendeu a pensar, por isso se agarrou a um “modelão” daqueles que a internet propõe aos borbotões. Se fossem tão bons, haveria 3.222.000 candidatos. Piada pronta.
Cuidado para não se machucar: Ninguém esperava discutir “democratização do acesso ao cinema” ou “comunidades e povos originários”. Prepare-se para qualquer tema: atualize-se. Dá tempo ainda. Leia as que você fez durante o ano; se não fez, leia as das apostilas. Pratique, pelo menos, uma vez. Se não ser assim, então reze: “Pai nosso, que está no céu” …
Comece a prova pela redação, é a única que não dá para “chutar”. É a única que elimina. Leia os títulos dos textos auxiliares e também onde foram publicados, para ter uma noção geral. Os títulos sugerem linha (s) de raciocínio, siga uma delas.
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