De CLT à musa em capa de revista: modelo Beatriz Stephany é apontada como musa do verão por Banana Magazine

Beatriz Stephany nunca se imaginou ocupando esse lugar. Aos 22 anos, moradora da Zona Oeste de São Paulo, sua rotina até pouco tempo atrás era marcada pelo trabalho CLT e por uma relação difícil com o próprio reflexo. Estar visível nem sempre parecia uma opção.

A virada acontece quando ela decide tentar, mesmo sem se sentir pronta. A moda surge nesse ponto específico da vida: não como um sonho antigo, mas como um confronto. Fotografar significava se encarar e se olhar, para Beatriz, sempre foi a parte mais difícil do processo.

O ensaio dirigido por Elian Gallardo foi crucial. Ao identificar presença onde antes havia insegurança, um fotógrafo conduziu o trabalho que levou Beatriz a ser apontada pela Bananas Magazine como a Musa do Verão 2026, tornando-se destaque de capa.

No material, Beatriz fala abertamente sobre o medo de não se sentir suficiente e sobre o aprendizado gradual de ocupar espaço. Algo muda quando a imagem deixa de ser evitada e passa a ser ferramenta. O desconforto não desaparece, mas deixa de comandar.

Criada pela mãe, pela tia e pela avó, ela reconhece nessa rede feminina o apoio fundamental para atravessar esse novo momento.
“Não deixem que ninguém apague o brilho de vocês”, afirma.

A escolha como musa acompanha essa transição: Beatriz Stephany começa a ocupar a própria imagem com mais segurança e consciência do lugar que passa a construir.


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