No Carnaval 2026, o Império da Vila mergulhou profundamente na exaltação da força feminina e levou para a avenida um enredo audacioso que revisita a trajetória de Maria Colondina, guardiã dos mistérios, saberes e arquétipos do feminino.
Adriana desfilou na noite da última sexta feira (06) de Fevereiro na Baixada Santista.

E essa homenagem ganhou um símbolo ainda mais poderoso fora da avenida: a própria pele de Adriana Santos, rainha que traduz o enredo em corpo, alma e história.
Adriana eternizou em uma tatuagem a frase “Rainha da minha própria história”, acompanhada de uma coroa e elementos que representam poder, ancestralidade e autogoverno. Mais do que um adorno estético, a tatuagem é um manifesto pessoal que dialoga diretamente com a proposta do desfile: a mulher que escreve sua própria trajetória, enfrenta batalhas, guarda segredos e reina sobre si mesma.

A escolha da tatuagem reflete não apenas a conexão de Adriana com o enredo desenvolvido pelos carnavalescos Carmem Lamela, Michael Smith e Dionísio Bezerra, mas também sua própria caminhada como mulher, artista e rainha. Assim como Maria Colondina, Adriana carrega em si a força do feminino que atravessa o tempo, une passado e presente e transforma dor em aprendizado, fé em resistência e história em legado.

Aquariana, baiana, nascida no mês do Carnaval, Adriana traduz em sua presença tudo aquilo que o Império da Vila propõe levar à avenida: coragem, liberdade, espiritualidade e axé. Sua tatuagem se torna, portanto, uma extensão do enredo — uma coroa que não depende de permissão, mas de consciência.
No Carnaval 2026, a escola da Zona Noroeste conduziu o público por uma viagem no tempo para celebrar os arquétipos femininos, Adriana Santos não estará apenas desfilando: estará reafirmando, com o corpo e com a alma, que a verdadeira realeza nasce de dentro.


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